29/11/2006 Ele trata todos bem. Sempre alegre, Sempre de bem. Mesmo solitário, Segue solidário. Esse é o Zé. Que não tem nada de mané. Pensa, com a nêga se casar, não para dominar. Mas família crescer. Tenta ser justo, preza pela verdade. Junta os amigos na humildade. Com dignidade. Escreve uns lances, pinta umas cores, faz um som e espanta as dores. Espalha sorriso. Mesmo com um passado triste. com uma mãe doente, com um pai velho, um irmão inconseqüente. O Zé, doce, segue em frente. Trata bem as mulheres, cumprimenta os camaradas, respeita as crianças, é solícito como velhos. Grita pelo time. Ama sua família. Gosta de ser bom, de graça assim por ser. Nunca reclama e acredita que o amanhã pode melhorar. Mas tem que se cuidar... Pois sabe que tem gente que não gosta dele, que tem medo dele, que tem inveja dele, que acha ele meio viado. Boca mole, vida dura. Água fria, balde de amargura. E o Zé segue. Na sua. Ainda acredita na bondade, convicto, mesmo assim. do ser hum...
29/10/2006 Para mim todo brasileiro deveria ganhar dinheiro. Que no final de um ano inteiro pudesse se sustentar. E ao menos um carro novo comprar. Que em saúde e alimentação sejam plenos, E a erradicação da fome, doenças e maldição, nem passassem e nem saíssem da preocupação de ser pleno para viver sempre e mais. Que a segurança fosse limpa, que na rua em paz a criança brinca, e no crime não tivesse oportunidade, se pela via do trabalho e dignidade, ela cresceria pela paz e com a paz. Que o menino não fosse pobre, mas sábio desde pequeno. Aos 7 anos lendo e escrevendo, interpretando e calculando, para aos 16 ser alguem pleno. Que o mais pobre tenha muito mais do que simplesmente o que comer. Mas que tenha acesso a tudo que provem de seu trabalho, que pertence a ele, a sua nação. Dignidade não é pouco não.
Mascara a verdade o rímel de maldade . V ende escondida a beleza e pureza dela, a beldade. Distraem os povos, somem os fatos, engolem os ratos, ficam os sapos, terminam em pizzas, vemos os circos e ganhamos pão: q uieto, calado. Se mantém. Situação. Cai víbora, já é tarde. Aquela que esconde a realidade. Faça-se a luz, desfaça-se iniquidade. O golpista rezou e m Brasília, 19h00 da tarde, foi pra Papuda, encontrar a realidade.
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